Dia 14/08/2013 – 18.00 hs.
O nome dela é
Raquel.
Uma moça de
uns 35 anos de idade, nem bonita nem feia, dessas mulheres que impressionam por
sua impetuosidade e simpatia.
No escritório,
onde eu trabalho, todos a tem em alta consideração, pois, está sempre de bom
humor e disposta a ajudar a todos.
Possui um
defeito, ou qualidade, não sei, gosta de leituras espíritas e de frequentar as
chamadas “mesas brancas”, onde se convocam espíritos e coisas assim.
Pois foi à
Raquel que resolvi contar minha história.
Na verdade,
precisei contar, não aquentava mais viver com meus fantasmas, não sabia o que
fazer se as malditas sombras voltassem a me atormentar.
Convidei-a
para o almoço, na cantina desgastada perto do escritório.
Notem bem, o
boteco é velho tem mesas e cadeiras descascadas o chão riscado pelos inúmeros
sapatos que por ali já passaram, mas serve uma comida deliciosa, muitos altos
executivos da região vem ali para almoçar e tomar uns tragos depois do
trabalho.
As 13,00 horas
o local estava lotado, havia um cheiro de carne de porco assada no ar misturada
com cerveja e refrescos.
Sentamos numa
pequena mesa, onde mal cabiam nossos pratos e copos.
-Sabe Raquel,
disse eu, enquanto empurrava pela garganta abaixo uma fatia de pernil com pão,
que havíamos pedido……
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